Educar entre telas, afetos e limites

Há uma pergunta que, provavelmente, aparece com frequência, nas conversas entre os pais e seus filhos: "quanto tempo você ficou no celular?". É uma boa pergunta. Mas talvez não seja a primeira que precisemos fazer aos nossos jovens, e até às crianças, muitas vezes. Porque o tempo conta, claro, mas ele diz muito pouco sobre o que mais importa. Duas horas de tela podem ser duas horas de uma criança aprendendo a programar, conversando com uma avó que mora longe ou criando alguma coisa com as próprias mãos; e podem ser, no mesmo relógio, duas horas de exposição, de um algoritmo influenciando o que ela nem percebe que está consumindo. O tempo é igual. A experiência, não....

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Autoimagem e redes sociais: a utilização de filtros nas imagens pode trazer impactos para a saúde mental?

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O leque de aplicativos que editam fotos é praticamente infinito e as possibilidades de edição se tornam cada vez mais diversas. A linha entre a brincadeira e preocupação estética exacerbada é tênue e é nosso dever, enquanto usuários dessas ferramentas, pais e educadores, ficarmos muito atentos, principalmente às gerações mais novas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o Brasil lidera o ranking de cirurgia plástica entre jovens....

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Experiências docentes com o ensino remoto emergencial

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O ano de 2020 ficará marcado na história e sobretudo na memória de quem está sofrendo as consequências da pandemia da Covid-19. Até então vivíamos uma vida conhecida com rotinas e dinâmicas sociais estabelecidas e de certa forma previsíveis, apesar dos inúmeros desafios enfrentados por cada um. De repente nada, ou quase nada, do que fazíamos podia continuar sendo feito do mesmo modo e tivemos de encontrar outro jeito de viver, conviver, consumir, se comunicar e essa urgência se tornou uma grande catalisadora das mudanças que estamos vendo em muitos setores da sociedade e no mundo....

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Percursos na educação básica: um caminho a ser construído

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A partir de 23 de março, em consonância com as determinações dos órgãos oficiais, reforçando o cuidado com a comunidade e apoiando a rede de ações de prevenção ao Coronavírus (Covid-19), o Colégio Rio Branco suspendeu as aulas presenciais e transferiu as relações de aprendizagem para o ensino remoto que permite dois movimentos: não abrir mão da responsabilidade pela aprendizagem dos alunos e colaborar para a saúde física da comunidade local e global....

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Escola e família na pandemia: o ensino a distância veio para ficar?

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Um dos maiores desafios educacionais durante o período de quarentena, sem dúvida é o estresse causado pela falta de convívio em um espaço importante de construção de conhecimentos e de socialização: a escola. O contato estabelecido com professores, amigos, funcionários nos processos de quaisquer aprendizagens são essenciais para a saúde emocional dos alunos, na fase de escolarização....

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O aluno, o professor, o risco e a disposição para ensinar

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No auge do que-fazer desesperador desses tempos de pandemia, entre novas e mais outras planilhas de replanejamento, tendo que processar o excesso de informações que chegavam aos montes de todos os lados e já certa de que aquilo tudo não ia ter jeito de acabar bem (a esperança era que acabasse logo), encontrei-me imersa em um questionamento: um minuto, alto lá!...

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