Educar entre telas, afetos e limites

Há uma pergunta que, provavelmente, aparece com frequência, nas conversas entre os pais e seus filhos: "quanto tempo você ficou no celular?". É uma boa pergunta. Mas talvez não seja a primeira que precisemos fazer aos nossos jovens, e até às crianças, muitas vezes. Porque o tempo conta, claro, mas ele diz muito pouco sobre o que mais importa. Duas horas de tela podem ser duas horas de uma criança aprendendo a programar, conversando com uma avó que mora longe ou criando alguma coisa com as próprias mãos; e podem ser, no mesmo relógio, duas horas de exposição, de um algoritmo influenciando o que ela nem percebe que está consumindo. O tempo é igual. A experiência, não....

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Como construir memórias afetivas com os filhos?

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Você já ouviu falar em memória afetiva? Trata-se de uma lembrança ou recordação que está associada a uma emoção específica e, portanto, tem um impacto profundo na vida das pessoas. Essas lembranças são desencadeadas quando o indivíduo tem contato com algum cheiro, cor, gosto ou outro sentido que remete ao acontecimento....

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Bullying: entendendo as perspectivas da vítima, do agressor e das testemunhas.

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No ambiente escolar, enxergamos os reflexos da sociedade. Vejam como é poderoso o valor do exemplo: quão mais intolerantes, agressivos e preconceituosos ou mesmo indiferentes formos ao outro, maior será o índice de crueldade, injustiça, intolerância e passividade nesse micro organismo social onde as nossas crianças e adolescentes passam grande parte do seu tempo e interagem com o maior número de pessoas....

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Nas redes sociais, as pessoas navegam diariamente pelas vidas de amigos, familiares, colegas, celebridades e desconhecidos — ou melhor, pelo que cada um decide compartilhar. A questão é que essas imagens são recortes, muitas vezes editados e, até mesmo, fictícios, da realidade. Com o frequente contato com identidades virtuais alheias, os indivíduos se veem presos a padrões de corpo, rosto e estilo de vida idealizados....

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