Há uma pergunta que, provavelmente, aparece com frequência, nas conversas entre os pais e seus filhos: "quanto tempo você ficou no celular?". É uma boa pergunta. Mas talvez não seja a primeira que precisemos fazer aos nossos jovens, e até às crianças, muitas vezes. Porque o tempo conta, claro, mas ele diz muito pouco sobre o que mais importa. Duas horas de tela podem ser duas horas de uma criança aprendendo a programar, conversando com uma avó que mora longe ou criando alguma coisa com as próprias mãos; e podem ser, no mesmo relógio, duas horas de exposição, de um algoritmo influenciando o que ela nem percebe que está consumindo. O tempo é igual. A experiência, não....
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